Vila de Grijó e o seu Brasão
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O brasão da Vila de Grijó, é constituído por escudo português também denominado em ponta redonda por listrel onde se inscreve a legenda “Vila de Grijó”.
As cores da bandeira são o azul, tirado das quinas de Portugal antigo, e o amarelo representado no campo (fundo do escudo).
O amarelo é o símbolo do sol, da alegria, da nobreza, da generosidade, da riqueza do sol e da incorruptibilidade; o azul representa a solidariedade, a caridade e a fecundidade da água que é azul.
Aparece-vos o Mosteiro de S. Salvador de Grijó porque este marcou indissoluvelmente a vida social, cultural, religiosa e económica da população Grijoense desde a sua fundação até ao presente.
Esteve na origem da sua fundação. Os clérigos e priores estiveram na origem de diversos factos religiosos, culturais, sociais e económicos. Eram os donos e senhores das terras do Couto de Grijó; os seus juízes e conselheiros; os doutores e mestres das populações; eram arautos de novas ideias e novas técnicas agrícolas. Assim, o Mosteiro figura nas armas da novel Vila de Grijó em plano de relevo, ao centro do seu escudo.
Tem desenho a traço escuro (negro), devendo ainda as arcadas da entrada da galilé ser sombreadas a negro.
O negro é símbolo da sobriedade e vetustez do Mosteiro, das suas pedras e fachada, do indiscutível sortilégio de quem entra no negro das arcadas e procura a luz que encontra uns passos mais adiante junto ao altar.
O negro é, também, por excelência o símbolo da terra-mãe.
As armas da Vila devem ter como fundo (campo) o amarelo-ouro.
Figuram ainda:
As quinas de Portugal antigo, uma vez que Grijó é anterior à fundação da nacionalidade, constando as mesmas das armas da Cidade de Gaia. Têm a ver com o poder temporal; significativamente situam-se ao lado da fachada do Mosteiro onde fica a figura do apóstolo da espada (S.Paulo).
Do lado oposto, aí está o cordeiro e o báculo, símbolo dos Agostinhos (Cónegos Regrantes de Santo Agostinho que estiveram à frente dos destinos do Mosteiro durante séculos – mansidão, poder e sabedoria).
Espiga de milho com cacho de uvas e parra – são o símbolo da agricultura, actividades tradicionalmente predominante em terras de Grijó.
Finalmente vem a figura constituída por meia roda dentada, símbolo da indústria e meia flor, que representa o conjunto de artes tradicionais onde predomina a das flores artificiais.
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O brasão da Vila de Grijó, é constituído por escudo português também denominado em ponta redonda por listrel onde se inscreve a legenda “Vila de Grijó”.
As cores da bandeira são o azul, tirado das quinas de Portugal antigo, e o amarelo representado no campo (fundo do escudo).
O amarelo é o símbolo do sol, da alegria, da nobreza, da generosidade, da riqueza do sol e da incorruptibilidade; o azul representa a solidariedade, a caridade e a fecundidade da água que é azul.
Aparece-vos o Mosteiro de S. Salvador de Grijó porque este marcou indissoluvelmente a vida social, cultural, religiosa e económica da população Grijoense desde a sua fundação até ao presente.
Esteve na origem da sua fundação. Os clérigos e priores estiveram na origem de diversos factos religiosos, culturais, sociais e económicos. Eram os donos e senhores das terras do Couto de Grijó; os seus juízes e conselheiros; os doutores e mestres das populações; eram arautos de novas ideias e novas técnicas agrícolas. Assim, o Mosteiro figura nas armas da novel Vila de Grijó em plano de relevo, ao centro do seu escudo.
Tem desenho a traço escuro (negro), devendo ainda as arcadas da entrada da galilé ser sombreadas a negro.
O negro é símbolo da sobriedade e vetustez do Mosteiro, das suas pedras e fachada, do indiscutível sortilégio de quem entra no negro das arcadas e procura a luz que encontra uns passos mais adiante junto ao altar.
O negro é, também, por excelência o símbolo da terra-mãe.
As armas da Vila devem ter como fundo (campo) o amarelo-ouro.
Figuram ainda:
As quinas de Portugal antigo, uma vez que Grijó é anterior à fundação da nacionalidade, constando as mesmas das armas da Cidade de Gaia. Têm a ver com o poder temporal; significativamente situam-se ao lado da fachada do Mosteiro onde fica a figura do apóstolo da espada (S.Paulo).
Do lado oposto, aí está o cordeiro e o báculo, símbolo dos Agostinhos (Cónegos Regrantes de Santo Agostinho que estiveram à frente dos destinos do Mosteiro durante séculos – mansidão, poder e sabedoria).
Espiga de milho com cacho de uvas e parra – são o símbolo da agricultura, actividades tradicionalmente predominante em terras de Grijó.
Finalmente vem a figura constituída por meia roda dentada, símbolo da indústria e meia flor, que representa o conjunto de artes tradicionais onde predomina a das flores artificiais.
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Notícias de Grijó
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